terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ronda volta a provocar Cris Cyborg: 'Ela está tentando não ser esquecida'

Adversária da campeã no UFC 157, Liz Carmouche entra na discussão a favor dela: 'Acho que Cyborg é quem deve ir para a divisão da Ronda'

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Ronda e o cinturão do UFC (Foto: Getty Images)

Empresário de Cris Cyborg, o ex-lutador Tito Ortiz revelou na semana passada que pediu ao UFC a liberação da brasileira uma vez que, segundo ele, ela não vai conseguir bater o peso limite dos galos (61kg), única categoria feminina da organização. Desafeto da ex-campeã peso-pena (até 66kg) do Strikeforce, Ronda Rousey voltou a criticá-la durante a teleconferência de imprensa do UFC 157, nesta terça-feira. A campeã afirmou que Cyborg está com medo de ser esquecida:

- Acho que ela só esta querendo fazer muito barulho e tentando atrair atenção para não ser esquecida. Não estou preocupada com ela. Tenho muitas opções, muitas garotas que posso enfrentar - disse a campeã peso-galo do UFC, chamando a rival de "Cryborg" (equivalente a um trocadilho com a palavra "chorona").

Ronda Rousey vai enfrentar a compatriota Liz Carmouche na luta principal do UFC 157, em Anaheim (EUA), no dia 23 de fevereiro. A desafiante concordou com a postura de Ronda em relação a não subir de categoria para enfrentar Cyborg::

- Acho que Cyborg é quem deve ir para a divisão da Ronda, e não fazer essa luta em um peso combinado - disse ela, garantindo que, se vencer Ronda, também só vai aceitar enfrentar a brasileira se ela descer de divisão.

Além de Cyborg, Ronda recebeu muitas perguntas sobre possíveis futuras adversárias e afirmou que não considera isso um desrespeito a Carmouche, e sim um sinal de que as pessoas estão interessadas no MMA feminino como um todo. Ela está ansiosa para assistir ao duelo entre Miesha Tate, de quem tirou o cinturão do Strikeforce, e Cat Zingano, marcado para o TUF 17 Finale, no dia 13 de abril, em Las Vegas:

Cris Cyborg pediu a liberação do UFC na semana passada (Foto: Josh Hedges / Forza LLC)

- É uma luta muito interessante. A Cat está invicta, quero ver como vai ser. Adoraria enfrentar a vencedora.

A loura ainda lamentou a exclusão da luta olímpica (wrestling) do programa das Olimpíadas a partir de 2020 e relembrou a medalha de bronze conquistada no judô em Pequim-2008. Ela afirmou que existe muito menos pressão no MMA do que nas Olimpíadas:

- Definitivamente nas Olimpíadas. Nas Olimpíadas você tem uma chance para a vida toda, é uma chance a cada quatro anos. A pressão no MMA não se compara à das Olimpíadas.






Fonte:SporTV

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